Em defesa do ‘VikiLeaks’

“Como é que chama? VikiLeaks (sic) lá, como é? Hein?”

Alguém assopra a resposta correta, e Lula começa então uma defesa entusiasmada do site WikiLeaks e de seu criador, o “rapaz” Julian Assange, 39.

O presidente estava no meio do que, segundo ele, é o “primeiro protesto contra a liberdade de expressão na internet”, em cerimônia no Palácio do Planalto.

Assange foi preso na Inglaterra anteontem, acusado de fazer sexo forçado e sem proteção com duas suecas. Balela, diz o próprio, que diz ser vítima de complô político.

Lula tomou as dores. Quis saber por que poucos fizeram o mesmo. Para ele, nesse faroeste virtual, culpado é “quem escreveu a bobagem”.

“O rapaz estava colocando lá apenas o que ele leu. E se ele leu é porque alguém escreveu. O culpado não é quem divulgou, mas quem escreveu a bobagem.”

“Pode colocar no blog do Planalto o primeiro protesto”, pede o presidente.

Minutos depois, o perfil do WikiLeaks no Twitter mostrava apreço pela camaradagem presidencial.

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