Na contramão de Brasília, os Estados ignoram a faca

Para cumprir a meta fiscal de 2011, o setor público precisa fazer um pé de meia de R$ 117,9 bilhões. Dinheiro para o abatimento da dívida do Estado.

O grosso da economia, R$ 81,8 bilhões (2,02% do PIB), é atribuição do governo federal. O resto, R$ 36,1 bilhões (0,89%) cabe aos Estados e municípios prover.

Dilma Rousseff levou a mão à faca. Prometeu um talho de R$ 50 bilhões, a ser esmiuçado nesta semana.

O repórter Gustavo Patu foi conferir a disposição dos Estados. Verificou que os quatro maiores –SP, RJ, MG e RS—remam noutra direção.

Projetam orçamentos que passam longe do grau de austeridade esboçado por Brasília. Algo que torna a meta de superávit um vir a ser de difícil execução.

Se os responsáveis pelo orçamento público fossem arquitetos, talvez devessem abrir uma rubrica para a vegetação.

Não resolveu o problema. Porém, quando o projeto desandar, podem dizer, em coro: “Não tem problema. A gente coloca umas plantas.

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