Cachoeira é acusado de desacatar agente penitenciário em Brasília

Acusado de corrupção e de comandar uma rede de jogos ilegais, Carlinhos Cachoeira foi acusado de desacatar ontem à noite um agente do Depen (Departamento Penitenciário Nacional).

Cachoeira estava sendo transferido da área federal do Complexo Penitenciário da Papuda, local onde estava detido desde abril, após a Operação Monte Carlo ser deflagrada. Ele teria que passar pelo IML (Instituto Médico Legal), antes de ser transferido para a parte que cuida dos presos sob responsabilidade da Justiça estadual.

Após o suposto desacato, Cachoeira foi para a Superintendência da Polícia Federal para assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência. O empresário permaneceu na Polícia Federal por cerca de três horas para prestar depoimento.

Agora, Cachoeira poderá responder a um novo processo por desacato.

A parte estadual da Papuda tem possibilidades não permitidas na parte federal, como visita íntima e contato mais reservado com advogados. Como o STJ (Superior Tribunal de Justiça) cassou a liminar que concedia liberdade a Cachoeira por conta do processo que corre na Justiça Federal, ele poderá retornar à parte federal do presídio.

Caberá à Justiça tomar essa decisão.

Cachoeira tem contra si dois mandados de prisão. Um por conta da Operação Monte Carlo, que corre na Justiça Federal, e outro por conta da Operação Saint Michel, da Justiça Estadual.

Cachoeira (à esq.) ao lado do advogado Márcio Thomaz Bastos durante depoimento à CPI no Congresso

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