Campos afirma que oposição ao seu nome dentro do PSB é natural

sucessao dilma

eduardo camposApontado como possível candidato à Presidência em 2014, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), voltou a criticar nesta segunda-feira (27) o que ele chamou de “antecipação do debate eleitoral”.

Campos também voltou a dizer que enxerga com naturalidade que integrantes do seu partido comecem a se posicionar contra ou a favor a possíveis candidaturas.

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A afirmação foi feita após Campos ter sido questionado sobre a declaração dada hoje pelo seu correligionário e ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, de que é a favor do apoio à reeleição da presidente Dilma, em detrimento de uma candidatura própria do PSB.

“É natural que quando houve esse processo de antecipação do debate eleitoral, e o partido discorda dessa antecipação, o fato é que houve uma antecipação exagerada do debate eleitoral em um ano bastante complexo, os partidos discutam e as pessoas se posicionem livremente. Agora, quando vai haver essa decisão? Pelos nossos estatutos, pela tradição, essa decisão será no ano de eleição. Em 2014, vamos ver essas posições colocadas de maneira intensa e o partido vai tomar uma posição no tempo certo”, afirmou Campos, que participou de evento da Fundação Roberto Marinho, no Rio de Janeiro.

Questionado se não seria o caso de o PSB “entrar” na chamada campanha antecipada e declarar, ainda que não oficialmente, Campos como candidato para 2014, o governador afirmou que o partido tem um tempo e que irá respeitá-lo, independentemente dos outros partidos.

“Eu não conheço nenhum partido que tenha se posicionado oficialmente sobre a sua decisão para 2014. O PSB respeita o calendário dos outros partidos e vai fazer com que seu calendário seja respeitado. Nós não vamos trabalhar no fuso horário dos outros. Nós não somos um partido satélite de qualquer outro”, disse.

ADESIVO

Sobre o adesivo com seu nome e a inscrição “presidente” que foi distribuído durante uma reunião de vereadores do PSB em Recife nesta segunda-feira, o governador de Pernambuco afirmou que o material foi confeccionado por um vereador do partido, por iniciativa própria, sem nenhuma determinação dos comandos regionais e nacional do PSB.

“Eu nem tinha visto. Quando cheguei lá, na saída, me mostraram. O presidente [regional] do partido pediu que esse vereador recolhesse o material porque isso infringe a legislação. Não teve responsabilidade nem do PSB regional, nem nacional”, disse.

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