PSDB não tem elementos para pedir impeachment de Dilma, diz Anastasia

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antonio anastasiaSenador participou de evento sobre direito administrativo em Belo Horizonte nesta manhã de segunda-feira; político não é contra a indicação de Fachin ao STF

O senador Antonio Anastasia (PSDB) afirmou na manhã desta segunda-feira (11) que até o momento não vê elementos para o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O senador comentou ainda sobre a sabatina nesta terça-feira (12), no Senado, de Luiz Edson Fachin, indicado para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF). O senador afirmou que o jurista tem os pré-requisitos para ocupar o posto.

“Estamos aguardando, foi dito, pelo presidente do partido, senador Aécio Neves, que nós estamos adotando medida, verificando fatos, porque o pedido de impeachment depende de elementos concretos para ser apresentado. Aparentemente não (não existe elementos concretos), mas temos que aguardar os desdobramentos. Tem questões ficais sendo discutidas com o Tribunal de Contas da União”, afirmou Anastasia, durante um evento que discutiu direito administrativo, em Belo Horizonte.

Segundo senador, o estudo jurídico encomendando pelo PSDB para tentar encontrar argumentos para o pedido de impeachment ainda não está concluído.

Em relação a sabatina da qual irá participar na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), ele afirmou que a polêmica sobre a indicação de Fachin envolve momento politico. “O professor Fachin apresenta, de modo muito claro, ao meu juízo pessoal, as duas condições: ele tem a idoneidade moral e tem notoriedade de conhecimento jurídico. O que há é um ambiente político, que todos nós acompanhamos e, evidentemente, algumas teses que ele apresentou, que para alguns parlamentares têm causado alguma dúvida e isso vai ser discutido amanhã (terça-feira)”, pontuou.

Segundo o senador, na sabatina deverão ser questionados assuntos mais importantes do que o passado como advogado de Fachin, que é simpático ao Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) e tem ligações históricas com a Central Única dos Trabalhadores (CUT). “Acho que esse é um tema menor dentro de um contexto maior, que é exatamente a posição que ele vai ter em assuntos mais importantes, como questões de propriedade, questões relacionadas ao direito da família, onde há um pouco mais de polêmia, digamos assim”.

O prefeito da capital, Marcio Lacerda, também esteve no evento.

Fonte.: O Tempo

 

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